Punk is not dead

Postado em Sem Categoria em agosto 8, 2009 por Juliano Barreto

punk is not ded

Diga êa

Postado em Sem Categoria em julho 28, 2009 por Juliano Barreto

join the easide

Postado em Sem Categoria em julho 5, 2009 por Juliano Barreto

Been having bad times
And I’ve been paying dues
Got shoes and money
And good friends too

Always play to win
But always seem to lose
That’s why I think I got
A rich kid’s blues

That’s why I think I got a rich kid’s blues

And I know what is going on
And I know, but I’ll wait til dawn
And I know just exactly what is on your mind
Jumping back, I know if I’m still gonna lose you

But I’m wondering why, girl
Did I ask your name?
And all the people standing by
Oh, they’re in my game

Love’s just a story
A story without words
Words are almost never seen
And never even heard

I know what is going on
And I know that I’ll wait til dawn
And I know just exactly what is on your mind
Jumping back, I know it’s all a rut, you want me to prove it to you

Though my good times
Are just paying dues
I’ve got shoes and money
And good friends too

Though I always play to win
I always seem to lose
That’s why I think I got
A rich kid’s blues

That’s why I think I got a rich kid’s blues

I know what’s going on
I know what’s going on
What’s going on
What’s going on
What’s going on

Postado em Sem Categoria em julho 2, 2009 por Juliano Barreto

Tem certas coisas que parecem impossíveis pra mim, isso me atrai de uma forma que as vezes me perco.

Mesmo sabendo que nao devia me sentir assim, eu continuo sentindo as mesmas coisas. Coisas de quem se apaixona calado e permanece assim até que a mulher desejada suma da  mente. Isso sempre me acontece, acho que eu nunca vai mudar. Coisas de homens que nao aprenderam a superar sua timidez e chegar nas mulheres. Até que não é tão ruim se sentir assim, me faz sentir vivo.

Gostaria de mudar alguns pontos deste meu jeito para que nao me sentisse tão inutil. Porra se eu tivesse um pouquinho menos de consciencia ou se eu nao fosse tao duro comigo mesmo, talvez eu pegasse o que é meu ou que poderia ser meu.

Sempre começa assim, daqui a uns dias essa pessoa já nao mais será a mesma pra mim e depois disso fudeu. Ai sim será uma grande merda. Eu nao sei nem por que eu escrevo isso aqui. Aqui e acolá  voce encontra textos desses meus. Porra eu me odeio as vezes.

Falta coragem de chegar lá e pedir o que é meu.

Para o dia dos namorados

Postado em Sem Categoria em junho 10, 2009 por Juliano Barreto

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Fim de mais uma aula. O professor havia se demorado mais que o de costume e eu já estava cheio. Foi quando Manuela passou ao meu lado com seu namorado. Me perguntei naquele instante o que diabos ela viu naquele sujeito, ela que sempre dizia que a inteligência era afrodisíaca. Acho que era a estabilidade e a certeza vã de um amor. Bonito pra ela.

Como pude ser tão imbecil a ponto de deixa-la escapar por entre meus dedos. Na verdade nosso relacionamento não teria dado certo por que eramos informação demais. Nosso amor cheiraria a bolor de um blazer bege velho que ela havia comprado num brecho. Ela não me aguentaria mais e me mandaria embora. Será que ela não sabia que me mandar embora em alguns dois meses só me faria mais louco por ela? Aposto como ela daria uma de durona e diria que nunca me amou.

O fato é que agora ela desfilava com aquele cara que carregava no peito um estandarte rubro negro. Não sei se o pior era ela estar com ele ou eu estar sem ela. Bem, estar sem ela já era ruim mas aquele cara definitivamente havia sido a gota d’água. Me deu vontade de perguntar o por quê, mas o momento ideal já havia passado assim como ela.

Me devorei por dentro, o gosto do chocolate meio amargo que ela tanto gostava me passou pela boca. Era amargo e doce assim como nós, era estranho. Foi quando caí na real que o problema era eu. Eu que não gostava de futebol, corrida de carro, do legião urbana, sentimentalidades tolas, dias dos namorados, viagens pra praias, datas comemorativas, moralidade e a humanidade. Eu que me achava tão inteligente, acima dos conceitos, acima do bem e do mal.

Eu já deveria imaginar que ela, como mulher não toleraria isso. Mesmo sendo ela tão inteligente e pensasse como eu ou até melhor. Deveria ter fingido mais. Mas amar e fingir é intolerável. Era um fato que eu jamais deveria ter me esquecido, as mulheres são programadas pra fundar famílias. Elas querem a certeza de um amor tranquilo, isso era coisa que eu jamais poderia oferecer.

Nosso relacionamento seria curto e intenso. Assomos de conversas ferinas, discussões intermináveis, pontos de vistas, teses e antíteses. Jamais constituiríamos sínteses, e sem síntese não há união nem crianças brincando no parquinho enquanto os pais trabalham arduamente para dar-lhes uma boa vida.

O idiota que ela estava seria melhor pai do que eu jamais poderia ser. Um paizão que leva as crianças pra ver o time do coração jogar, que levaria a esposa e os filhos pra a praia, que chegaria cansado de um longo plantão e mentiria o quão lindo estava o cabelo dela ou como foi bom aquele sexo de rotina.

Que ironia, ela achava que queria um filosofo como esposo mas na verdade ela queria o tempo todo que eu fosse um animal descerebrado. Na verdade o máximo que eu poderia ser era um amante, um desses de filme de Woody Allen em que ela viveria um affair em Paris e tudo estaria acabado em uma semana e logo depois ela voltaria para New York e para os braços do seu “amor”.

O problema da ironia é justamente esse quando as pessoas não entendem, quem fica parecendo um idiota é você. É como estou me sentido agora um grandessíssimo idiota. A vida toda aprendendo dialética, superando meus limites, ampliando meus conceitos, abrindo minha mente para que um dia eu possa mostra o quão esta inteligência é afrodisíaca aí chegam as mulheres que dizem ter tesão pelo sarcasmo bem embasado e me colocam a tira colo uns chimpanzés como o amor da vida delas. Sinceramente me poupe.

PS. Ela deve achar que o amor é como no filme o fabuloso destino de Amélie Poulain. Aposto que a neurótica da Amélie não durou 2 anos com o namoradinho dela. Bem, a vida é dura baby.
As mulheres se iludem, estou cada dia mais certo disso.

PS2. As mulheres tem uma certa ilusão de segurança e ainda arranjam homens que as iludem mais ainda. Usando as velhas promessas de estabilidade.

Postado em Sem Categoria em maio 25, 2009 por Juliano Barreto

rebobinar

Assim como a fumaça do cigarro subia e desaparecia, minha mente fazia o mesmo.

Queria morrer, eu já não era mais o mesmo. Droga, eu era cara mais fudido que eu conhecia. Minha cabeça fudida, meu fígado e meu pancreas tambem sem falar nos meus pulmões.

Hoje eu era pura pesar. Não sei se era o clima ou se era por que eu sai e não peguei ninguem.  Merda! E haja cigarro e whiskey pra curar essa dor, agora ao som de erase and rewind eu viajo.

Se eu pudesse eu faria tudo diferente mas dentro de mim tudo se encontra despedaçado. Eu nem sei mais quem ou, nem mais o que pensar. Isto era diferente, nunca havia me sentido assim, haahhaahahahahaa, engraçado.

Adoro me sentir estranho a mim mesmo.

Isso estranhamente tem cara de falta de mulher.

HORRORscopor

Postado em Sem Categoria em maio 25, 2009 por Juliano Barreto

Horóscopo de 24-05-2009

Começa agora uma fase de aproximadamente um mês, na qual a sua percepção das coisas ao redor irá ficar cada vez mais aguçada, revelando oportunidades e parcerias mais lucrativas. O seu erotismo tende a se intensificar na vida amorosa, e isso irá fortalecer o envolvimento. É tempo de renascer, algo que você conhece muito bem.

COPIANDO CARLOS FRANCO

Mulheres, meninas e príncipes encantados

Postado em Sem Categoria em maio 18, 2009 por Juliano Barreto

jeffery-scott2

Sempre me pergunto por que as mulheres não são duronas e não nos jogam na parede e mandem  que nós façamos um sexo violento e carnal. Elas poderiam fazer isso com qualquer homem, quem não toparia?

Bem aí esta a resposta do porque elas não fazem tais coisas.

As mulheres bastam abrir as pernas que logo viria algum marmanjo deflora-las, o problema é que elas não querem qualquer um, elas querem o príncipe encantado. Ah, também devo advertir que nos homens ficaríamos, depois dessa bela trepada, um tanto quando duvidosos dos desejos dessa mulher e não confiaríamos nela a ponto de fundarmos uma relação amorosa.

Voltando ao assunto principal, as mulheres desde meninas pensam nos seus príncipes que chegarão em cavalos brancos e falando como perfeitos gentleman. Daí elas fundamentam suas teorias de amor e homem perfeito e quando avistam um homem  que achem legal, elas criam futuros lindos, cheios de filhinhos com os olhos do pai. Depois dos primeiros namorados elas descobrem o quão amargo pode ser o amor e suas crias, a partir desse ponto fazer sexo com qualquer um significa romper com o sonho do príncipe e transformar o possível príncipe em moleiro.

E lá se foi a mágica.

Bem se elas aprendessem a segurar seus homens pelas bucetas ao invés de tentar pelos seus  futurosinhos tudo seria muito melhor. Elas sentem desejo de trepar como cachorras no cio mas preferem fazer isso com um homem seguro e amarrado a elas por um mero compromisso social por que sentem medo de perde-los. E por isso que elas não trepam com qualquer um por que elas querem que nos sejamos seus príncipes por mais que sejamos escroques. E não há como se fazer um príncipe em uma noite meu caro.

HAhhahahahahaha ah se elas soubessem que um bela trepada sem compromisso seguido de um tratamento de cão poderia fazer com a gente hahahaa. Cômico

PS. Sim elas são os serem mais egoístas e individualistas que existem apesar de sempre mentirem sobre isso. Talvez elas nem saibam que estão mentindo por que isso e mais forte que elas. Isso é coisa da natureza humana, está escrito nos genes e meramente animal.

PS2. Adoraria trepar com uma(s) certa(s) mulher(es) que me dominasse, senta se em minha cara, pedisse preu fuder mesmo e depois walk away.

Puro ódio

Postado em Sem Categoria em maio 13, 2009 por Juliano Barreto

nin_closer

Eu havia contraído a doença de Carlos e Lourenço.

Hoje eu estou puro ódio.

Meu coração decadente e necrosado pelas minhas angútias bombeia pus e nao mais sangue.

Minhas artérias estão entupidas e meu cérebro metastizado pela podridão de um cancer.

Minhas tripas reviravam e os vermes hediondos festejavam dentro de mim.

Tinha vontade de queimar alguma coisa dita bonita só pra alimentar meu prazer vil.

Mataria uma pessoa com uma facada e esperaria pacientemente o seu sangue se esvair.

Enquanto ela se debateria e esperniaria de dor,  eu daria um risada disso tudo.

hoje eu queria ver o circo pegar fogo.

Não gosto de você, nunca gostei.

Hoje eu não amo ninguém.

O outro lado

Postado em Sem Categoria em maio 12, 2009 por Juliano Barreto

cidade_baixa_l

No ventre da cidade, nos bares sórdidos, nas ruas estranhas, no calar da noite  os ratos saem pra se banquetear com as sobras das vidas que ali passaram. Nestes lugares habitavam a escória da sociedade, o lado sombrio do homem, os vícios, as taras, as conspurcações, os pecados, as perversões, as maldades, o sadismo e uma infinadade de peculiaridades que todos nós escondemos no ámago de nossas mentes e fazemos questão de deixa-las trancadas. Entretanto nem todas as pessoas são como nós, algumas aprenderam a extrair dessa podridão o gozo. Aquele gozo com gosto de culpa, escondido entre as mascaras de latex, sofrido como uma pancada no meio do estomago, ardente como um gole de absinto, sublime como uma picada de agulha. Um gozo para além da humanidade, um esporro quente e sanguinolento na cara duma sociedade santa puta.
Os gritos de prazer eram ouvidos pela rua, dava pra imaginar que em algum daqueles inferninhos havia alguém sofrendo o prazer de ser violentado, homens de colarinho branco tão branco como o pó que eles haviam perseguidos em linhas curvas como as que os bebados da rua dançavam. As mulheres da vida se regozijavam com os miseros trocados trocados por suas miseras entranhas. Unhas sujas de carne de algum garoto rico que acabara de perder a sua virgindade, dentro de sua vagina podre o semem claro e fino do menino, feito homem, escoria, sujando a velha calcinha já suja por porras dos mais diversos homens daquela cidade velha. Os meninos corriam lá fora, brincavam e se esmuravam por pedras de crack e potes de cola, a infância negada? Não apenas mais viajada e sofrida, pra que doces ?Se eles tem todos os prazeres quimicos. Do outro lado da rua num prédio com cara de mais sério, famílias tentavam durmir, as mulheres dormiam o sono  dos justos após algumas porradas enquanto seus maridos com a cara cheia cachaça assitiam algum filme B que passava pela madrugada. De repente o silêncio barulhento do lugarar é quebrado por filhos da puta num carro prata com sons agudos e altos, eles não descem do carro param na esquina e saem com duas lindas senhoras como sacos de lixo e papelotes de felicidade instantanea. A grana que eles deixaram logo é espoliada entre homens horrendos de fala áspera e jazzeada.

O mundo roda, o motor e as engrenagens seguem seu rumo infreado pela noite e pelo dia.
E os ratos?
Eles voltam antes do amanhancer com as migalhas e como os homens vivem suas vidas medíocres até que a noite venha novamente.